Casas caiadas de cal encostadas a muralhas medievais, ruelas que sobem até um castelo, fachadas de casas de pescadores com cores vivas e aldeias esculpidas na própria rocha… Descubra a nossa seleção das mais belas aldeias de Portugal! Neste artigo, levamo-lo a descobrir estes locais que merecem um lugar no seu itinerário, com conselhos práticos e um mapa.

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
As mais belas aldeias de Portugal: resumo e mapa
Cartão
Portugal oferece uma grande diversidade de aldeias, entre a montanha, a costa atlântica e as planícies do interior.
Aqui está o mapa com o nosso top 10 de locais a visitar, para que possa decidir quais incluir no seu road trip.

Que aldeias de Portugal deve visitar? Resposta rápida:
Se só tem de visitar 4, para ter uma ideia dos diferentes estilos:
- Monsanto, a aldeia de pedra
- Óbidos, a cidade fortificada
- Monsaraz, a varanda do Alentejo
- Ferragudo, a aldeia de pescadores
1. Monsanto
Porquê visitar?
Conhecida como a aldeia mais portuguesa de Portugal desde 1938, Monsanto situa-se numa colina granítica da Beira Baixa. As suas casas são literalmente construídas entre, por baixo e, por vezes, dentro de enormes blocos de granito, que servem de paredes ou de telhado. Descobrimos algo único no país: nunca se sabe se estamos a olhar para uma casa ou para uma rocha.

A aldeia conserva também as ruínas de um castelo medieval, acessível por um trilho íngreme, cuja subida é recompensada por um dos mais belos miradouros da região. Recomendamos-lhe, aliás, vivamente que suba ao final do dia, para apreciar o pôr-do-sol sobre a Beira Baixa.
O que não pode faltar
- As ruínas do Castelo de Monsanto e as suas muralhas
- As casas que se fundem com as rochas, nomeadamente em torno da Rua Fernando Namora
- A Igreja Matriz de São Salvador
- A capela românica de São Miguel do Castelo
- O trilho das rochas gémeas até ao castelo

Como lá chegar
- Na região da Beira Baixa, perto da fronteira com Espanha
- A partir de Castelo Branco = 45 minutos de carro
- A partir de Lisboa = 3 horas de carro
- A partir do Porto = 3 horas de carro
- É obrigatório estacionar à entrada da aldeia (Rua Fernando Namora); a circulação no interior da aldeia é muito limitada
- Não há estação ferroviária nem autocarro regular: o carro continua a ser a única forma prática de chegar à aldeia

Conselhos práticos
- Use calçado adequado para caminhadas, pois as ruelas são íngremes e o trilho até ao castelo é pedregoso
- Reserve pelo menos meio dia, ou mais, se subir até ao castelo
- A aldeia tem pouca sombra no verão: não se esqueça de levar água e um chapéu
- Para o ver num ambiente diferente, passe lá uma noite! Veja os alojamentos com as melhores classificações
OS NOSSOS CONSELHOS PARA ALUGAR UM CARRO EM Portugal
- Compare os preços na nossa plataforma preferida: DiscoverCars – um dos sítios mais bem classificados.
- Não leve um carro demasiado largo, pois as cidades antigas têm ruas estreitas e lugares de estacionamento pequenos.
- Para uma maior escolha, reserve com antecedência.

Leia as nossas sugestões
2. Ferragudo
Porquê visitar?
Situada em frente a Portimão, na margem oriental do estuário do Arade, Ferragudo manteve o seu carácter de vila piscatória, apesar do desenvolvimento turístico do Algarve. As suas ruelas empedradas sobem suavemente entre casas brancas com persianas coloridas até uma pequena igreja que domina a baía.

Apreciámos o ambiente autêntico do porto, onde os pescadores ainda lançam as suas redes de manhã cedo. O Castelo de São João do Arade, construído à beira-mar, entre as praias da Angrinha e da Praia Grande, servia antigamente de torre de vigia contra os ataques de piratas e complementa agradavelmente o passeio.
O que não pode faltar
- O passeio ao longo do porto e os seus barcos de pesca
- O Castelo de São João do Arade
- As ruelas empedradas que sobem em direção à igreja
- O Trail of the Headlands, um trilho costeiro acessível a pé ou de carro
- As praias vizinhas: Praia Grande e Praia da Angrinha
- Consulte o nosso artigo sobre as atrações

Como lá chegar
- No Algarve, em frente a Portimão, na outra margem do rio Arade
- A partir de Portimão = 10 minutos de carro (5,5 km)
- A partir de Lagos = 25 minutos de carro
- A partir do aeroporto de Faro = 45 minutos de carro
- É fácil percorrer a aldeia a pé, mas alugar um carro continua a ser útil para explorar os arredores

Conselhos práticos
- Deixe-se guiar sem um percurso definido; a aldeia é pequena e presta-se bem a ser explorada num passeio sem pressa
- Reserve meio dia para visitar a aldeia; se quiser incluir uma ida à praia, reserve mais tempo
- Reserve o seu alojamento com antecedência na época alta, pois a oferta é limitada
- O mercado de pulgas de Ferragudo realiza-se regularmente na aldeia; verifique a data, consoante a data da sua visita
- Para o ver num ambiente diferente, passe lá uma noite! Veja os alojamentos com as melhores classificações
3. Óbidos (uma pequena cidade que mais parece uma aldeia)
Porquê visitar?
Antiga cidade real, oferecida como presente de casamento às rainhas de Portugal ao longo de vários séculos, Óbidos está inteiramente rodeada pelas suas muralhas medievais. Percorremos a Rua Direita, a artéria principal ladeada por casas caiadas de branco e lojas de artesanato, antes de subirmos às muralhas para apreciar uma vista panorâmica sobre os telhados da aldeia e a paisagem rural circundante.

O Castelo de Óbidos, hoje transformado numa pousada, encerra a perspetiva no outro extremo da rua. Recomendamos que prove a ginjinha, um licor de cereja local servido numa pequena chávena de chocolate, uma especialidade que se encontra em cada esquina.
O que não pode faltar
- O passeio pelas muralhas, um percurso de 1,5 km com vista para a aldeia e para o vale
- A Rua Direita e as suas lojas de cerâmica
- O Castelo de Óbidos
- A Igreja de Santa Maria e a sua parede de azulejos
- A degustação de ginjinha

Como lá chegar
- A cerca de 85 km a norte de Lisboa, no eixo em direção ao Porto
- A partir de Lisboa = 1 hora de carro pela A8
- A partir de Nazaré = 30 minutos de carro
- Autocarro a partir da estação rodoviária de Campo Grande, em Lisboa, da empresa Rapida Verde (1 h 15 de viagem)
- Parque de estacionamento de terra batida à entrada da aldeia, que fica rapidamente cheio durante o dia

Conselhos práticos
- Óbidos é uma das vilas fortificadas mais visitadas do país; venha de manhã cedo ou ao fim do dia para evitar os autocarros turísticos
- As muralhas não têm nenhuma barreira de proteção do lado da aldeia; mantenham-se atentos quando estiverem com crianças
- A Feira Medieval, que se realiza todos os anos em julho durante duas semanas, atrai uma multidão numerosa
- Passar uma noite no local permite desfrutar da aldeia sem os turistas que a visitam durante o dia — Veja os alojamentos com melhor classificação. Adorámos os pores-do-sol e os nascer-do-sol sobre as fortificações!
4. Mértola
Porquê visitar?
Construída num promontório na confluência do Guadiana com a ribeira de Oeiras, Mértola conserva os vestígios das suas sucessivas ocupações: romana, almóada e, posteriormente, cristã. Ficámos impressionados com a sua Igreja Matriz, uma antiga mesquita do século XII, ligeiramente alterada em 1238 após a conquista cristã, que conservou o seu arco em ferradura, típico da arquitetura islâmica.

O castelo medieval que se ergue sobre a aldeia oferece uma vista ampla sobre o vale do Guadiana, enquanto o Museu de Mértola, instalado sob a igreja, exibe peças arqueológicas encontradas na região. Ao contrário de outras aldeias do Alentejo, Mértola continua pouco restaurada e transmite uma sensação de autenticidade bastante rara.
O que não pode faltar
- O castelo medieval e a sua vista sobre o Guadiana
- A Igreja Matriz, antiga mesquita almóada
- O Museu de Mértola e a sua coleção arqueológica
- O Convento de São Francisco
- A mina abandonada de São Domingos, a 17 km

Como lá chegar
- No Baixo Alentejo, distrito de Beja, perto da fronteira com o Algarve
- A partir de Beja = 50 minutos de carro
- A partir de Faro = 1h30 de carro
- A partir de Lisboa = 2h30 de carro
- Não há comboio; o carro é o meio mais prático para chegar à aldeia

Conselhos práticos
- A aldeia situa-se numa encosta que vai desde o rio até ao castelo; use calçado adequado
- A primavera e o outono continuam a ser as melhores estações; o verão pode ser muito quente nesta região do interior
- Reserve meio dia para visitar a aldeia e um dia inteiro se incluir a mina de São Domingos
- Para o ver num ambiente diferente, passe lá uma noite! Veja os alojamentos com as melhores classificações
5. Monsaraz
Porquê visitar?
Situada no topo de uma colina do Alentejo, a poucos quilómetros da fronteira espanhola, Monsaraz domina o lago de Alqueva e o vale do Guadiana. A vila, inteiramente pedonal no interior das muralhas, apresenta casas brancas imaculadas ao longo de ruelas empedradas, onde se misturam portas esculpidas, pequenas galerias de arte e lojas de artesanato.

Subimos até ao Castelo, construído no século XIV durante o reinado de Dinis I, para admirar uma das mais belas vistas panorâmicas da região sobre os olivais e as vinhas circundantes. Em comparação com outras aldeias do Alentejo, considerámos que Monsaraz está particularmente bem valorizada, sem perder a sua atmosfera tranquila.
O que não pode faltar
- O Castelo de Monsaraz e a sua vista para o lago de Alqueva
- As muralhas e as suas quatro portas: Porta da Vila, Porta de Évora, Porta de Alcoba e Porta do Buraco
- As galerias de arte e o artesanato local nas ruelas
- As adegas da região, entre as quais a Ervideira

Como lá chegar
- No Alentejo, no concelho de Reguengos de Monsaraz, distrito de Évora
- A partir de Évora = 50 minutos de carro
- A partir de Lisboa = 2 horas de carro
- Estacionamento gratuito à entrada da vila; os automóveis não circulam no interior das muralhas

Conselhos práticos
- A aldeia não é muito grande; reserve entre 2 e 3 horas para a explorar sem pressa
- Venha, de preferência, ao final do dia para apreciar o pôr-do-sol a partir do castelo
- Combine a visita com Évora ou com uma excursão ao Lago de Alqueva
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6. Marvão

Porquê visitar?
A 860 m de altitude, num espigão granítico da Serra de São Mamede, Marvão domina a planície do Alentejo e estende o seu olhar até Espanha. O acesso à aldeia faz-se através de um arco medieval estreito, junto ao qual se ergue a Capela de Jerusalém, de estilo mourisco. Percorremos as ruas de calçada, ladeadas por casas brancas com varandas de ferro forjado, antes de chegarmos ao castelo do século XIII que encerra a aldeia na sua extremidade ocidental. A vista a partir das muralhas com ameias estende-se por quilómetros, e compreendemos por que razão o escritor José Saramago dizia que se podia ver o mundo inteiro a partir de Marvão.
O que não pode faltar
- O Castelo de Marvão e as suas muralhas com ameias
- A Capela de Jerusalém, à entrada da aldeia
- O Museu Municipal, instalado na antiga Igreja de Santa Maria
- O Convento de Nossa Senhora da Estrela, fora das muralhas
- O trilho PR1 em direção a Portagem, a jusante da aldeia

Como lá chegar
- No Alto Alentejo, na fronteira com a Espanha (Valência de Alcântara é visível a partir da aldeia)
- A partir de Castelo de Vide = 20 minutos de carro
- A partir de Lisboa = 2h30 de carro
- Estacionamento à entrada da aldeia; a subida final faz-se a pé

Conselhos práticos
- As estradas de acesso são sinuosas e estreitas; conduza com cuidado
- Venham ao final do dia para apreciar uma luz mais suave sobre as muralhas
- A visita à aldeia demora entre 2 e 3 horas, ou mais, se incluir uma caminhada no Parque Natural da Serra de São Mamede
- Para o conhecer num ambiente diferente, passe lá uma noite! Veja os alojamentos com melhor classificação. Adorámos os pores-do-sol e os nascer-do-sol sobre as fortificações!
7. Porto Covo
Porquê visitar?
Na costa do Alentejo, no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, Porto Covo conservou o charme de uma vila de pescadores, apesar da sua crescente popularidade. Gostámos da sua praça principal, a Praça Marquês de Pombal, bem como da sucessão de praias e enseadas aninhadas entre as falésias que rodeiam a vila.

A partir da costa, a vista sobre a Ilha de Pessegueiro, acessível de barco no verão, confere-lhe um encanto adicional. Ao contrário das estâncias balneares do Algarve, o ambiente aqui continua a ser decididamente tranquilo.
O que não pode faltar
- A Praia Grande, a praia mais extensa e acessível a partir da aldeia
- A Praia dos Buizinhos, uma pequena enseada no coração da aldeia
- A Praia da Samoqueira e as suas piscinas naturais
- A Ilha de Pessegueiro, acessível de barco durante a época alta

Como lá chegar
- Na costa do Alentejo, a 20 km a norte de Vila Nova de Milfontes
- A partir de Lisboa = 1 h 45 de carro (170 km)
- A partir de Sines = 15 minutos de carro
- A partir de Vila Nova de Milfontes = 20 minutos de carro

Conselhos práticos
- A Praia da Grande conta com serviço de salva-vidas durante a época balnear; tenha cuidado no resto do litoral
- A Praia do Salto é uma praia naturista oficial, que se distingue das outras enseadas da vila
- A oferta de alojamento continua a ser limitada: reserve com antecedência no verão. Veja os alojamentos mais bem avaliados.

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8. Costa Nova
Porquê visitar?
Na costa da Ria de Aveiro, a Costa Nova é imediatamente reconhecível pelos seus «palheiros», estas antigas cabanas de pescadores em madeira com riscas vermelhas, azuis ou amarelas, intercaladas com riscas brancas. Originalmente, serviam para guardar redes e equipamento de pesca, e as suas cores vivas permitiam identificá-las nas águas frequentemente enevoadas da lagoa.

Percorremos a avenida principal José Estêvão, onde se alinham estas fachadas, antes de chegarmos à praia do Atlântico por um caminho de tábuas de madeira. Recomendamos que complete a visita com a praia e as suas dunas.
O que não pode faltar
- A Avenida José Estêvão e os seus palheiros às riscas
- O Mercado do Peixe (Mercado do Peixe da Costa Nova)
- A praia do Atlântico e o seu caminho de tábuas
- O Farol da Barra, um dos mais altos de Portugal, um pouco mais a norte

Como lá chegar
- Na costa, nas imediações de Aveiro
- A partir de Aveiro = 15 minutos de carro ou de autocarro
- A partir do Porto = 1 hora de carro
- Aveiro está ligada a Lisboa e ao Porto por comboio direto, o que facilita uma excursão de um dia

Conselhos práticos
- Aveiro e Costa Nova são duas localidades distintas, que não estão ligadas por um percurso pedonal
- Se possível, venha fora da época alta; este local é muito fotografado e muito visitado no verão
- Combine a visita com um passeio de moliceiro pelos canais de Aveiro
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9. Monchique
Porquê visitar?
Situada a 450 m de altitude, num desfiladeiro entre os picos da Fóia e da Picota, Monchique apresenta uma faceta do Algarve muito diferente das praias do litoral. As suas ruelas empedradas e íngremes estão ladeadas por fachadas coloridas, onde avistámos vários ninhos de cegonhas instalados no topo dos postes elétricos.

A partir da aldeia, a estrada conduz ao Miradouro da Fóia, o ponto mais alto do Algarve, a 902 m, que oferece uma vista que se estende desde o Cabo de São Vicente até à Serra da Arrábida. Também aproveitámos o Parque das Fontes, um espaço sombreado atravessado por um ribeiro com degraus, ideal para uma pausa após a subida.
O que não pode faltar
- O Miradouro da Fóia, o ponto mais alto do Algarve (902 m)
- O Parque das Fontes e o seu ribeiro amenizado
- As ruelas históricas do centro e o artesanato local (vime, cortiça)
- As termas de Caldas de Monchique, a poucos quilómetros
- Consulte o nosso artigo.

Como lá chegar
- Nas colinas que separam o Algarve do Alentejo
- A partir de Portimão = 30 minutos de carro
- A partir de Faro = 1 hora de carro
- A partir de Albufeira = 40 minutos de carro

Conselhos práticos
- As estradas de montanha são sinuosas; preveja um pouco mais de tempo do que o indicado pelo GPS
- Leve consigo um casaco leve, pois as temperaturas são mais frescas do que à beira-mar
- Combine a visita com as termas de Caldas de Monchique para uma pausa relaxante
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10. Penela (pequena cidade com ar de aldeia)
Porquê visitar?
A cerca de vinte quilómetros de Coimbra, Penela é dominada por um castelo fortificado dos séculos XI e XII, construído sobre um rochedo calcário que serviu de posto avançado defensivo durante a Reconquista. Subimos até à torre de menagem, construída diretamente na rocha, para desfrutar de uma vista panorâmica sobre a aldeia e sobre a Serra da Lousã, a leste.
Mais abaixo, a Igreja de Santa Eufémia alberga um retábulo renascentista da escola de escultura de Coimbra, que vos recomendamos que visitem, se os horários o permitirem. Penela continua a ser pouco visitada por turistas estrangeiros, o que a torna uma paragem tranquila entre os principais locais turísticos da região.

Como lá chegar
- Distrito de Coimbra, região Centro de Portugal
- A partir de Coimbra = 20 minutos de carro (20 km)
- A partir das ruínas de Conímbriga = 15 minutos de carro
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Leia as nossas sugestões
Outras aldeias a descobrir
E, caso ainda tenha tempo, recomendamos também as seguintes aldeias, nomeadamente as Aldeias Históricas de Portugal, uma rede de 12 aldeias históricas no centro e no leste do país.
11. Lindoso

No Parque Nacional da Peneda-Gerês, na fronteira com a Espanha, Lindoso combina um castelo medieval com mais de 60 espigueiros, aqueles celeiros sobre estacas de granito que protegiam as colheitas dos roedores e da humidade.
No norte de Portugal.

Almeida
Almeida destaca-se pela sua fortaleza em forma de estrela de 12 pontas, um exemplo raro de arquitetura militar ao estilo de Vauban na Península Ibérica.
A partir de Guarda = 45 minutos de carro, perto da fronteira com Espanha.
Belmonte
Cidade natal de Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil, Belmonte conserva um castelo, uma sinagoga em funcionamento e uma das comunidades judaicas mais antigas do país.
A partir da Covilhã = 20 minutos de carro.
Castelo Mendo
Castelo Mendo, uma vila fortificada praticamente deserta, conservou os seus portões medievais e um antigo pelourinho na sua praça central.
A partir de Guarda = 30 minutos de carro.
12. Linhares da Beira
Situada num planalto da Serra da Estrela, esta aldeia faz parte das Aldeias Históricas. O seu castelo oferece uma vista ampla sobre o horizonte, e a sua igreja românica conserva painéis atribuídos a Grão Vasco, pintor português do século XVI.
A partir de Guarda = 40 minutos de carro.

Castelo Novo
Esta vila da Beira Baixa destaca-se pelas suas mansões senhoriais, pela sua Câmara Municipal e pela sua fonte barroca de D. João V.
A partir de Castelo Branco = 30 minutos de carro.
Castelo Rodrigo
Situada no alto de um planalto, esta aldeia conserva as ruínas de uma antiga fortaleza e a história tumultuosa de uma rivalidade entre duas famílias nobres.
A partir de Guarda = 45 minutos de carro.
Idanha-a-Velha
Antiga cidade romana (Egitânia), Idanha-a-Velha conserva uma catedral visigótica e vestígios antigos espalhados por uma pequena aldeia, a poucos minutos de Monsanto.
A partir de Monsanto = 15 minutos de carro.
Piódão
Niché dans la Serra do Açor, Piódão est construit en terrasses de schiste, avec des volets et des portes peints en bleu qui tranchent avec la pierre sombre. C’est le seul des Aldeias Históricas sans château, la position isolée du village lui servant de défense naturelle.
Depuis Coimbra = 1h15 de route, sur des routes de montagne sinueuses.

Marialva
Marialva, a mais setentrional das Aldeias Históricas, combina um castelo, um património judaico visível nos seus edifícios e casas típicas de granito, nas proximidades das gravuras rupestres pré-históricas da Foz do Côa.
A partir de Guarda = 1 hora de carro.
Sortelha
A 760 m de altitude, Sortelha ocupa um espigão rochoso rodeado por muralhas. A vista a partir da torre do castelo é uma das mais impressionantes da rede das Aldeias Históricas.
A partir de Guarda = 40 minutos de carro.
Trancoso
Rodeado por muralhas construídas por ordem do rei Dinis, Trancoso conserva um bairro judeu onde ainda se distinguem símbolos hebraicos gravados nas pedras das casas.
A partir de Guarda = 30 minutos de carro.
Camara de Lobos (na Madeira)
Câmara de Lobos encanta pelo seu pequeno porto com barcos de pesca coloridos e pelas suas casas com telhados alaranjados, um local que Churchill gostava de pintar a partir do passeio marítimo.

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