Está a pensar onde ir em Portugal?
Entre o Atlântico, as montanhas do interior e as planícies douradas do Alentejo, o país apresenta uma grande variedade de paisagens. É difícil escolher quando só se tem alguns dias ou mesmo algumas semanas pela frente.
Apresentamos-lhe a nossa seleção dos 10 destinos imperdíveis, que podem ser viagens completas ou etapas de um road trip, que pode combinar conforme desejar.

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
Onde ir em Portugal – resumo e mapa
Portugal presta-se muito bem a um circuito de carro: cada região tem a sua personalidade e, por vezes, bastam dois destinos vizinhos para mudar completamente de ambiente em menos de uma hora de carro.
Aqui estão as nossas 10 regiões preferidas, de norte a sul, e um mapa para o ajudar a orientar-se:

- Lisboa, Sintra e Cascais: a capital, os seus palácios de contos de fadas e a sua costa elegante
- Lagos e o Algarve Ocidental pelas falésias douradas
- O Porto e o Vale do Douro, pela cidade mais autêntica do país e pelas suas vinhas em socalcos
- Évora e o Alentejo Oriental, pelas planícies infinitas, pelas aldeias brancas e pela história romana
- Óbidos, Nazaré e a região dos mosteiros: o melhor do património gótico e manuelino
- Faro e o Algarve Oriental, para visitar a Ria Formosa e uma das suas longas praias de areia
- Coimbra e o Centro, onde se encontra a universidade mais antiga da Europa, e os canais de Aveiro
- Sesimbra e a Serra da Arrábida: as praias mais bonitas perto de Lisboa
- Sines e a costa do Alentejo até à costa selvagem da Costa Vicentina
- Castelo Branco e os parques naturais do Centro-Leste, com as suas aldeias aninhadas nas rochas

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1. Lisboa, Sintra e Cascais
Não há como começar por outro lado: esta região reúne, por si só, a capital, os palácios mais extravagantes do país e uma estância balnear elegante. É também a zona de mais fácil acesso, com o aeroporto de Lisboa a menos de uma hora de cada uma destas três cidades.
Lisboa, a capital das sete colinas

Construída sobre sete colinas, Lisboa apresenta um rosto diferente em cada bairro. O Alfama, o bairro mais antigo, pode ser percorrido ao longo do percurso dos elétricos amarelos que sobem com dificuldade as encostas de calçada. O bairro de Belém reúne dois dos monumentos mais emblemáticos do país: a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos do século XVI. À noite, dirija-se ao Bairro Alto para desfrutar do ambiente, ou a um dos miradouros para apreciar o pôr-do-sol.

- A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos
- O Castelo de São Jorge e o bairro de Alfama
- O Elevador de Santa Justa
- Ver todas as atrações de Lisboa
- Reserve, no mínimo, 2 dias; o ideal é 4 a 5, para ter tempo de se perder pelos bairros.
Sintra, a floresta dos palácios

A 30 minutos de Lisboa, Sintra está aninhada numa floresta de colinas com vista para o Atlântico. O Palácio da Pena, com as suas cores vivas e a mistura de estilos (mourisco, gótico e manuelino), continua a ser o cartão postal mais famoso de Portugal. A este conjunto acrescenta-se de bom grado o Palácio Nacional, situado em pleno centro da cidade, pelas suas chaminés cónicas, e a Quinta da Regaleira, com o seu poço iniciático, tão fotografado.

- O Palácio Nacional da Pena e a Quinta da Regaleira
- O Castelo dos Maures e o Parque de Monserrate
- Ver todas as atrações de Sintra
- Reserve pelo menos um dia inteiro, ou dois, se pretender visitar todos os palácios — o trânsito costuma ser intenso na época alta.
Cascais, a estância real

A 20 minutos de Sintra, Cascais foi durante muito tempo o local de veraneio da família real, antes de se tornar a estância balnear preferida dos lisboetas. A sua orla marítima conta com várias praias bonitas de areia fina, e a Boca do Inferno, uma formação rochosa esculpida pela erosão, é ideal para visitar ao pôr-do-sol.

- A Boca do Inferno e a Praia da Rainha
- A Marina de Cascais e as suas ruelas empedradas
- Ver todas as atrações de Cascais
Bónus: Cabo de Roca

A menos de uma hora de Lisboa, este mosteiro-palácio barroco do século XVIII, de dimensões gigantescas, merece uma visita pela sua biblioteca real, onde os morcegos continuam a proteger os livros antigos dos insetos.
E as restantes atrações da região:
- A Praia do Magoito e a sua duna fossilizada
- A Praia da Adraga e o seu arco
Onde ficar
- Lisboa:
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ou ver diretamente os alojamentos com melhor classificação - Sintra:
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A saber
- Reserve entre 6 e 8 dias para desfrutar plenamente das três cidades sem pressas
- É muito fácil visitar Sintra de comboio a partir de Lisboa, mas é útil ter um carro para ir a Cascais e a Mafra
- Reserve online os seus bilhetes para os palácios de Sintra para evitar as filas, sobretudo no verão
OS NOSSOS CONSELHOS PARA ALUGAR UM CARRO EM Portugal
- Compare os preços na nossa plataforma preferida: DiscoverCars – um dos sítios mais bem classificados.
- Não leve um carro demasiado largo, pois as cidades antigas têm ruas estreitas e lugares de estacionamento pequenos.
- Para uma maior escolha, reserve com antecedência.

Leia as nossas sugestões
2. Lagos e o Algarve Ocidental
O oeste do Algarve combina as falésias ocres mais espetaculares do sul do país, aldeias de pescadores ainda preservadas do turismo de massa e uma surpreendente cordilheira no interior.
Lagos, entre muralhas e falésias

Antigo porto de partida dos navegadores portugueses, Lagos conservou uma cidade velha fortificada que alberga um antigo mercado de escravos, hoje transformado num espaço museológico que retrata esse passado colonial sombrio. As falésias da Ponta da Piedade, esculpidas pela erosão, podem ser exploradas de caiaque ou de barco, e as praias de Dona Ana e de Camilo contam-se entre as mais bonitas da região.

- A Ponta da Piedade e as praias de Dona Ana e do Camilo
- As muralhas da cidade velha e o seu forte
- Ver todas as atrações de Lagos
Ferragudo, a aldeia de pescadores

Em frente a Portimão, Ferragudo manteve o seu carácter de vila piscatória, apesar do desenvolvimento turístico do Algarve. As suas ruelas empedradas serpenteiam entre casas brancas com persianas coloridas até uma pequena igreja, enquanto o castelo de São João do Arade, situado à beira-rio, servia outrora de torre de vigia contra os piratas.

- a vista a partir da foz
- as ruelas encantadoras
- o castelo na praia
- Consulte o nosso artigo sobre Ferragudo
A costa do Algarve Ocidental

Quer seja fã de pequenas enseadas ou de grandes praias com muitas actividades, vai certamente encontrar o que procura! A costa ocidental do Algarve é magnífica, com falésias coloridas, grutas e formações rochosas.
Mas tenha cuidado com a maré, pois algumas zonas da praia podem desaparecer quando o mar sobe!

- Praia da Marinha, a mais conhecida
- A gruta de Benagil
- A Praia da Falesia, com as suas cores magníficas
- A Praia dos Três Irmãos e o seu arco duplo
- Muitos passeios de barco e de caiaque!
- Consulte o nosso artigo sobre as praias mais bonitas do Algarve.
Bónus: Monchique, a montanha do Algarve

A cerca de trinta minutos de Portimão, Monchique apresenta uma face totalmente diferente da do Algarve costeiro. Situada a 450 m de altitude, esta aldeia com ruelas íngremes conduz ao Miradouro da Fóia, o ponto mais alto do Algarve, a 902 m, com uma vista que se estende até ao Cabo de São Vicente. Consulte o nosso artigo sobre Monchique
E as restantes atrações:
- Silves e o seu castelo
- Sagres e o seu forte
- Grutas de Sal de Loulé
Onde ficar
- Lagos:
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ou ver os alojamentos com melhor classificação - Portimão:
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e a nossa seleção de hotéis. - Albufeira
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e a nossa seleção de hotéis.

A saber
- Lagos e Portimão são muito concorridas no verão; reserve com antecedência
- É indispensável dispor de um carro para combinar a visita à costa com a do interior (Monchique)
- Reserve 4 a 5 dias para esta região, ou mais, caso pretenda visitar os museus, as grutas de sal, os fortes e os castelos.
3. Porto e o Vale do Douro
O Porto e o Douro formam uma combinação imperdível: a cidade mais cativante do país e, a menos de uma hora e meia de carro, uma das mais belas regiões vinícolas do mundo, com as suas vinhas em socalcos.
Porto, a cidade autêntica

O Porto estende-se pelas margens escarpadas do Douro, com as suas casas coloridas empilhadas umas sobre as outras. O bairro da Ribeira, classificado pela UNESCO, pode ser explorado a pé até ao rio, e a travessia da Ponte Dom Luís I proporciona uma vista deslumbrante sobre ambas as margens. Do outro lado, em Vila Nova de Gaia, as caves de vinho do Porto oferecem degustações que valem bem a pena a visita.

- O bairro da Ribeira e a Ponte Dom Luís I
- As caves de Vila Nova de Gaia
- A Livraria Lello e a Catedral (Sé do Porto)
- Preveja pelo menos 2 dias, idealmente 3.
O Vale do Douro, socalcos de vinhas e aldeias vinícolas

Classificado pela UNESCO desde 2001, o Vale do Douro é uma das regiões vitícolas mais antigas do mundo. A partir do Porto, a estrada N222 entre Peso da Régua e Pinhão é frequentemente referida como uma das estradas mais bonitas do mundo, serpenteando bem junto ao rio, entre as vinhas em socalcos. Peso da Régua é mais urbana, com o seu Museu do Douro; Pinhão, mais pitoresco, é o coração da região vinícola e o ponto de partida de numerosos cruzeiros em rabelo. Nas proximidades, não deixe de visitar Lamego e a sua escadaria barroca decorada com azulejos, ou o miradouro de Casal de Loivos, de onde se avista a famosa curva em «L» do rio. Entre junho e outubro, o comboio histórico a vapor liga Régua a Tua, passando por Pinhão, numa viagem particularmente nostálgica.

- A estrada N222 entre Peso da Régua e Pinhão
- A estação ferroviária de Pinhão e os seus azulejos que retratam a cultura da vinha
- Lamego e o seu santuário de Nossa Senhora dos Remédios
- Uma prova de vinhos numa quinta (Quinta do Seixo, Quinta do Tedo…) ou um passeio de barco rabelo
Bónus: Guimarães

A 45 minutos do Porto, Guimarães é considerada o berço de Portugal: foi no seu castelo que, segundo se diz, nasceu o primeiro rei do país, no século XII. O centro histórico classificado pela UNESCO conservou as suas casas medievais, e o Palácio dos Duques de Bragança alberga hoje uma bela coleção de tapeçarias.
Onde ficar
- Porto: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Guimarães: Veja os alojamentos com melhor classificação
- O Vale do Douro, ao longo do rio, entre as vinhas: veja as opções

A saber
- O carro é a melhor forma de explorar o Douro ao seu próprio ritmo, mas o comboio e as excursões de barco a partir do Porto continuam a ser boas alternativas para quem não quer conduzir
- De maio a outubro, esta é a época de maior afluência, especialmente durante a vindima, em setembro e outubro
- Preveja um período de 4 a 6 dias para a região (Porto + Douro + Guimarães)
UM PUORO MAIS DE paciência
Todas as fotografias, mapas, informações e endereços úteis que precisa para aproveitar ao máximo a sua estadia em Portugal estarão em breve disponíveis num único ebook!
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4. Évora e o Alentejo Oriental
O Alentejo é o oposto do Algarve: planícies infinitas, aldeias brancas situadas no alto das colinas e um ritmo de vida decididamente lento. É nesta zona oriental, próxima da fronteira espanhola, que se concentram os nossos locais preferidos.
Évora, a capital do Alentejo

Évora conservou um centro histórico rodeado por muralhas, classificado como Património Mundial da UNESCO. O Templo Romano, com as suas colunas de granito erguidas no coração da cidade há quase dois mil anos, continua a surpreender à primeira vista. A Capela dos Ossos, revestida com os ossos de vários milhares de pessoas, convida à reflexão, enquanto a Catedral de Évora — a maior catedral medieval do país — pode ser visitada até ao telhado.

- O Templo Romano e a Praça do Giraldo
- A Capela dos Ossos
- a Catedral de Évora
- O Aqueduto da Água Prateada
Monsaraz, a varanda com vista para o lago de Alqueva

Situada a 50 minutos de Évora, Monsaraz ergue-se sobre o lago de Alqueva e o vale do Guadiana. A vila, inteiramente pedonal no interior das muralhas, apresenta casas brancas imaculadas ao longo de ruelas empedradas, onde se misturam galerias de arte e lojas de artesanato. Subam até ao castelo, construído no século XIV, para apreciar um dos mais belos pores-do-sol da região.
Mertola

A uma hora e meia da costa, Mértola, situada na confluência do Guadiana, conserva os vestígios das suas ocupações romana, almóada e, posteriormente, cristã. A sua Igreja Matriz, antiga mesquita do século XII, conservou o seu arco em ferradura, típico da arquitetura islâmica, e a vila permanece muito menos restaurada — e, por isso, muito mais autêntica — do que outras localidades do Alentejo.
Onde ficar
- Évora: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Monsaraz: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Mertola: Veja os alojamentos com melhor classificação

A saber
- O verão pode ser extremamente quente no interior do Alentejo; opte pela primavera ou pelo outono
- É indispensável ter um carro, uma vez que as distâncias entre as aldeias são consideráveis e os transportes públicos são escassos
- Preveja um prazo de 3 a 5 dias para esta região

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5. Óbidos, Nazaré e a região dos mosteiros
A uma hora a norte de Lisboa começa a Região Oeste e Centro, terra de três mosteiros classificados pela UNESCO e de uma costa ideal para o surf. Esta é provavelmente a zona do país onde se encontra o maior número de bens patrimoniais por quilómetro quadrado.
Óbidos, a cidade fortificada

Antiga cidade real, oferecida como presente de casamento às rainhas de Portugal ao longo de vários séculos, Óbidos está inteiramente rodeada pelas suas muralhas medievais. A Rua Direita, ladeada por casas caiadas de branco, conduz até ao castelo, hoje transformado numa pousada. Não deixe de provar a ginjinha, um licor de cereja servido numa chávena de chocolate, que se encontra em cada esquina.
Peniche e as Ilhas Berlengas

Conhecida como a «capital das ondas», Peniche atrai todos os anos competições internacionais de surf na praia de Supertubos. Mas a península merece uma visita mesmo sem prancha: as suas costas rochosas, com formas surpreendentes, fazem quase lembrar a Calçada dos Gigantes, e o Cabo Carvoeiro, o ponto mais ocidental do país, oferece uma vista vertiginosa sobre o arquipélago das Berlengas. Esta reserva natural classificada pela UNESCO pode ser visitada de barco a partir do porto, de preferência quando o mar estiver calmo
Nazaré, a capital das ondas gigantes

Conhecida mundialmente pelas suas ondas gigantes, que atraem todos os invernos os surfistas profissionais, Nazaré também pode ser descoberta a partir do Sítio, o bairro situado no alto da falésia, com vista para o farol e para a Praia do Norte.
O circuito dos três mosteiros: Alcobaça, Batalha e Tomar
O Mosteiro de Alcobaça, obra-prima da arte gótica cisterciense fundada em 1153 e classificada pela UNESCO desde 1989, alberga os túmulos de Pedro I e da sua amante Inês de Castro, uma história de amor trágica que marcou o país. Aí, é possível visitar a nave, o claustro do silêncio e o imenso refeitório dos monges.

A cerca de trinta minutos, o Mosteiro de Batalha, uma obra-prima do estilo gótico e manuelino construída a partir do século XIV para comemorar uma vitória militar, impressiona pelas suas Capelas Inacabadas a céu aberto e pelo seu claustro real com delicadas traveiras.
Por fim, Tomar encerra o percurso com o Convento de Cristo, antiga fortaleza da Ordem dos Templários fundada no século XII, onde a Janela Manuelina, esculpida com cordas e símbolos marítimos, continua a ser um dos pontos altos da arte portuguesa.

Onde ficar
- Óbidos: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Batalha: veja os alojamentos com melhor classificação
- Tomar: veja os alojamentos com melhor classificação

A saber
- É frequente existir um bilhete combinado para os mosteiros de Alcobaça e da Batalha
- Óbidos deve ser visitado de manhã cedo ou ao fim do dia, para evitar os autocarros turísticos
- Preveja um período de 3 a 5 dias para visitar toda esta região
DIVIRTA-SE em Lisboa: actividades
Lisboa de bicicleta elétrica
Excursão a Sintra a partir de Lisboa
Observação de golfinhos
Caiaque na Arrabida
Surf em Cascais

6. Faro e o Algarve Oriental
Menos frequentado do que a zona oeste, o leste do Algarve mantém um ambiente mais autêntico, marcado pela lagoa da Ria Formosa e pelas suas casas brancas.
Faro, a porta de entrada para a Ria Formosa

Faro, a capital do Algarve, é frequentemente atravessada sem que os viajantes que se dirigem ao aeroporto se demorem por lá. A sua cidade velha fortificada, com a sua catedral e os seus edifícios do século XVIII, merece, no entanto, meio dia de visita, tal como o Parque Natural da Ria Formosa, acessível de barco a partir do cais ladeado por palmeiras — onde também se podem observar as cegonhas que nidificam nos telhados do centro histórico.

- A Catedral de Faro
- Cidade Velha fortificada
- Um passeio de barco no Parque Natural da Ria Formosa
- O Museu Municipal e o seu claustro
- Ver todas as atrações de Faro
Tavira, a autêntica

Tavira estende-se de ambos os lados do rio Gilão, numa zona muito menos frequentada do que as estâncias balneares do oeste. A Ponte Romana liga as duas margens, onde se concentram restaurantes e esplanadas sombreadas, e a Ilha de Tavira, uma faixa de areia acessível de barco, confere à visita um toque quase insular.

- A Ponte Romana
- A belíssima igreja branca
- as ruínas do castelo transformado em jardim
- as margens do rio
- a Ilha de Tavira
- Ver todas as atrações de Tavira
As longas praias de areia

Ao contrário do Algarve ocidental, o Algarve oriental possui praias de areia branca muito extensas. Não há falésias, mas é possível caminhar com os pés na areia durante muito tempo. Por exemplo, em Manta Rota
Onde ficar
- Faro:
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ou Ver os alojamentos com melhor classificação - Tavira
Veja os alojamentos com as melhores classificações - Manta Rota
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A saber
- O aeroporto de Faro é o ponto de entrada ideal para toda a região
- Verifique os horários das marés para aproveitar ao máximo a Ria Formosa
- Preveja um prazo de 3 a 4 dias para esta zona
Diversão no Algarve: actividades
Grutas e falésias de barco
Passeios de caiaque
Observação de golfinhos
Passeio de jipe

7. Sesimbra e a Serra da Arrábida
A menos de uma hora de Lisboa, na outra margem do Tejo, encontra-se uma das mais belas costas do país — e, no entanto, uma das menos conhecidas pelos visitantes estrangeiros.
Sesimbra, a antiga vila de pescadores

Sesimbra conservou o seu porto de pesca em pleno funcionamento, situado a sopé de um castelo mourisco erguido na colina. A sua praia central, ladeada por restaurantes de peixe grelhado, e a estrada costeira em direção ao Cabo Espichel — onde se ergue um farol do século XVIII de frente para as falésias vertiginosas — fazem deste local uma paragem ideal antes de seguir para o parque natural vizinho.

- O castelo mourisco de Sesimbra
- A Igreja de Santa Maria
- A praia de areia
- Excursão para observar golfinhos
- O Cabo Espichel e o seu farol
- Ver todas as atrações de Sesimbra
A Serra da Arrábida

Este pequeno maciço calcário, coberto de vegetação mediterrânica, esconde um punhado de enseadas de águas turquesa que parecem ter sido transplantadas de outro local do Mediterrâneo. Portinho da Arrábida, com a sua areia clara e as suas águas calmas, continua a ser a mais conhecida, mas as praias de Galapinhos e do Creiro, um pouco mais discretas, são igualmente bonitas.
A estrada da Estrada de Escarpa (N379-1), que acompanha a crista do maciço entre o oceano e a floresta, é uma das estradas panorâmicas mais bonitas do país. Os apreciadores de vinho farão uma paragem na região de Azeitão para provar o Moscatel de Setúbal.

- Praia do Ribeiro de Cavalo
- As praias do Portinho da Arrábida, dos Galapinhos e do Creiro
- A estrada panorâmica da Estrada de Escarpa (N379-1)
- Uma degustação de Moscatel de Setúbal em Azeitão
Onde ficar
Sesimbra:
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A saber
- O tráfego para as praias da Arrábida é restringido aos fins de semana durante o verão (acesso regulado entre as 9h e as 18h)
- É indispensável ter um carro para explorar a Serra da Arrábida
- Bastam 2 a 3 dias, seja numa excursão a partir de Lisboa ou como paragem antes de seguir para o Alentejo
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Leia as nossas sugestões
8. Sines e a Costa do Alentejo
Mais a sul, a costa do Alentejo (Costa Vicentina) oferece um litoral ainda selvagem, a meio caminho entre Lisboa e o Algarve, onde falésias e praias desertas se sucedem ao longo de mais de 100 km.
Porto Covo, a aldeia de pescadores que se manteve intacta

No Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, Porto Covo manteve o charme de uma vila de pescadores, apesar da sua crescente popularidade. A sua praça principal, a Praça Marquês de Pombal, e a sucessão de praias e enseadas aninhadas entre as falésias constituem todo o seu encanto, com a vista para a Ilha de Pessegueiro como bónus, acessível de barco no verão.

Vila Nova de Milfontes, a princesa do Alentejo
Situada na foz do rio Mira, Vila Nova de Milfontes apresenta uma paisagem dupla: um estuário tranquilo, quase lacustre, de um lado, e um litoral atlântico mais agreste do outro. A praia da Franquia, mais protegida, é ideal para famílias, enquanto a praia do Malhão, mais selvagem, personifica o espírito de liberdade desta costa. Os trilhos da Rota Vicentina permitem percorrê-la a pé, nomeadamente até Porto Covo, a norte, ou até Zambujeira do Mar, a sul.

- A praia do Malhão e a praia da Franquia
- Um troço da Rota Vicentina a pé
- As falésias da Zambujeira do Mar, um pouco mais a sul
Onde ficar
- Sines: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Porto Covo: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Vila Nova de Milfontes: Veja os alojamentos com melhor classificação
A saber
- A oferta de alojamento continua a ser limitada nesta costa: reserve com antecedência no verão
- Evite a própria cidade de Sines, caracterizada pelo seu porto industrial e pela sua refinaria
- Preveja 3 a 4 dias para esta região
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9. Coimbra e o Centro
Entre o Porto e Lisboa, a região Centro combina a universidade mais antiga da Europa com os canais coloridos de Aveiro, conhecida como a «Veneza de Portugal».
Coimbra, a cidade universitária

Coimbra estende-se pelas margens do rio Mondego e acolhe uma das universidades mais antigas da Europa, fundada no século XIII. A Biblioteca Joanina, com as suas molduras douradas guardadas por uma colónia de morcegos protetores, é um local único. A cidade velha, situada numa encosta, convida-o a subir até à Sé Velha, a catedral românica mais antiga do país, e uma noite de fado de Coimbra — mais académico do que o de Lisboa — completa na perfeição a visita.

- A vista a partir da ponte
- A Universidade de Coimbra
- a Biblioteca Joanina
- A Sé Velha e o Jardim Botânico
Aveiro e Costa Nova, a Veneza de Portugal

Aveiro deve a sua alcunha aos seus canais, por onde navegam os moliceiros, embarcações de fundo plano outrora utilizadas para a colheita de algas. Um passeio de moliceiro ao longo das coloridas fachadas Art Nouveau é um clássico, tal como a degustação dos Ovos Moles, um doce local à base de gema de ovo envolta numa fina massa tipo hóstia.

A 15 minutos de distância, a Costa Nova é imediatamente reconhecível pelos seus «palheiros», antigas cabanas de pescadores em madeira com riscas vermelhas, azuis ou amarelas, que outrora eram visíveis a partir da lagoa, frequentemente enevoada. A avenida José Estêvão e, em seguida, um caminho de tábuas conduzem até à praia do Atlântico e às suas dunas.

- Um passeio de moliceiro pelos canais de Aveiro
- Os palheiros às riscas de Costa Nova
Outras atrações da região

- A cerca de vinte quilómetros de Coimbra, Penela é dominada por um castelo fortificado dos séculos XI e XII, construído sobre um rochedo calcário, com uma vista panorâmica sobre a Serra da Lousã a partir da torre de menagem.
- As ruínas romanas de Conimbriga com mosaicos
- As montanhas de Lousa com as ruínas de um castelo escondido
- Palácio e Parque de Bussaco

Onde ficar
- Coimbra: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Aveiro: Veja os alojamentos com melhor classificação

A saber
- Aveiro e Coimbra estão bem ligadas ao Porto e a Lisboa de comboio, o que é prático se viajar sem carro
- Aveiro e Costa Nova são duas localidades distintas, que não estão ligadas por um percurso pedonal
- Reserve 3 dias para esta região
10. Castelo Branco e os parques naturais do Centro-Leste
Perto da fronteira espanhola, esta região da Beira Baixa e do norte do Alentejo é a menos turística da nossa lista — e é precisamente isso que a torna tão interessante, com as suas aldeias construídas literalmente na rocha.
A principal cidade é Castelo Branco, mas o interesse da região reside nas suas aldeias, pelo que é isso que vos apresentamos.
Monsanto, a aldeia mais portuguesa de Portugal

Conhecida como a aldeia mais portuguesa de Portugal desde 1938, Monsanto situa-se numa colina granítica onde as casas estão literalmente construídas entre, por baixo e, por vezes, dentro de enormes blocos de granito, que servem de paredes ou de telhado. O resultado é único no país: nunca se sabe se se está a olhar para uma casa ou para uma rocha. As ruínas do castelo medieval, acessíveis por um trilho íngreme, compensam a subida com um dos mais belos miradouros da região — ideal para apreciar o pôr-do-sol.

- As ruínas do castelo de Monsanto e as suas muralhas
- As casas que se fundem com as rochas, nomeadamente em torno da Rua Fernando Namora
Marvão, o ninho da águia

A 860 m de altitude, num espigão granítico, muito perto da fronteira espanhola, Marvão avista a Espanha a partir das suas muralhas com ameias. O escritor José Saramago dizia que se podia ver o mundo inteiro a partir desta aldeia — uma vista a não perder ao fim do dia.

Onde ficar
- Castelo Branco: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Monsento: Veja os alojamentos com melhor classificação
- Marvao: Veja os alojamentos com melhor classificação

A saber
- Não há estação ferroviária nem autocarros regulares para as aldeias: o carro é a única forma prática de lá chegar
- Use calçado adequado, pois as ruelas são inclinadas e o caminho até ao castelo é pedregoso
- Reserve 2 a 3 dias para esta região, frequentemente combinada com a vizinha Serra da Estrela
E se tiver mais tempo…
Estes quatro destinos situam-se um pouco fora das nossas 10 principais regiões, mas merecem claramente o seu lugar num itinerário mais extenso.
Braga e o Peneda-Gerês

Braga, frequentemente considerada a capital religiosa de Portugal, destaca-se pelo Santuário de Bom Jesus do Monte e pelos seus 577 degraus barrocos, que também se podem descer de funicular. Veja os alojamentos mais bem avaliados em Braga

A 45 minutos daí, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, a aldeia de Lindoso combina um castelo medieval com mais de 60 espigueiros, aqueles celeiros sobre estacas de granito que protegiam as colheitas.
Manteigas e a Serra da Estrela

Ponto mais alto de Portugal continental, a 1 993 m, a Serra da Estrela acolhe a estância de esqui Vodafone (a única do país) e, sobretudo, o vale glaciar do Zêzere, esculpido há 20 000 anos num característico «U», um dos maiores vales glaciares da Europa. A aldeia de Manteigas, no seu centro, é o ponto de partida ideal para a Rota do Glaciar, um trilho de 17 km que sobe até à Torre.

Não muito longe, a aldeia de Linhares da Beira, situada num planalto da Serra, conserva um castelo que oferece uma vista ampla, e Piódão, construída em socalcos de xisto com portas pintadas de azul, continua a ser a única aldeia histórica da região sem castelo — servindo a sua localização isolada como defesa natural.

- O vale glaciar do Zêzere e a Rota do Glaciar a partir de Manteigas
- A Torre, o ponto mais alto de Portugal continental (1 993 m)
- As aldeias de Linhares da Beira e Piódão
Madeira (arquipélago a 1h30 de voo de Lisboa)

A cerca de 1h30 de voo de Lisboa, a ilha da Madeira faz parte de Portugal enquanto região autónoma, mas o seu clima subtropical e as suas paisagens vulcânicas não têm nada a ver com o continente.
O Funchal, a capital, cativa pelos seus mercados cobertos, o Mercado dos Lavradores, e pelos seus jardins tropicais com vista para o oceano. A poucos quilómetros de distância, o pequeno porto de Câmara de Lobos, com os seus barcos de pesca coloridos, era um dos locais preferidos de Winston Churchill para pintar a partir do passeio marítimo.
Consulte todas as atrações da Madeira no nosso site dedicado ao arquipélago.

Os Açores (arquipélago a 2h30 de voo de Lisboa)
Composto por nove ilhas vulcânicas distribuídas por três grupos geográficos, o arquipélago dos Açores situa-se a cerca de 2h30 de voo de Lisboa, em pleno Atlântico. Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, a maior das ilhas, é o ponto de partida clássico, com os seus lagos vulcânicos, as suas fontes termais e o parque de Terra Nostra, nas Furnas, onde é possível banhar-se numa piscina de água ferruginosa a 38 °C. A Terceira, com a sua cidade de Angra do Heroísmo classificada pela UNESCO, e o Pico, dominado pelo pico mais alto de Portugal (o estratovulcão Ponta do Pico, com 2 351 m), completam na perfeição um circuito pelas várias ilhas.
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